O que é conexão Grooved e onde ela é utilizada em sistemas de combate a incêndio?

A conexão Grooved é um sistema de união mecânica utilizado para conectar tubulações por meio de ranhuras, juntas de vedação e acoplamentos parafusados. Em sistemas hidráulicos de combate a incêndio, essa tecnologia permite montar trechos de tubulação sem utilizar solda, facilitando a instalação, a manutenção e eventuais ampliações da rede. O sistema também é conhecido como conexão ranhurada ou sistema ranhurado e pode ser encontrado em redes de hidrantes, sprinklers, sistemas industriais, HVAC e outras instalações hidráulicas pressurizadas. Como funciona o sistema Grooved? O funcionamento da conexão Grooved começa pela preparação das extremidades dos tubos, que recebem uma ranhura dimensionada de acordo com o padrão do sistema. Na montagem, uma junta elastomérica é posicionada sobre as extremidades dos tubos. Em seguida, o acoplamento é colocado sobre a junta e encaixado nas ranhuras. Os parafusos fazem o aperto das duas partes do acoplamento, mantendo os tubos unidos e a junta responsável pela vedação. O conjunto trabalha com duas funções distintas. A ranhura contribui para o travamento mecânico da tubulação A junta realiza a vedação do fluido O acoplamento mantém o conjunto unido Os parafusos garantem a fixação do acoplamento Esse funcionamento permite realizar a montagem sem chama, sem soldagem e com acesso relativamente simples aos componentes durante intervenções de manutenção. Por que utilizar uma conexão Grooved em sistemas de combate a incêndio? A principal vantagem do sistema Grooved está na forma de montagem. Como a união é mecânica, a instalação pode ser realizada sem as etapas relacionadas à soldagem das tubulações. Isso pode reduzir o tempo de execução da obra e facilitar trabalhos em locais ocupados, onde operações com chama ou geração de faíscas exigem controles adicionais. A manutenção também se torna mais acessível. Quando um trecho precisa ser desmontado, o profissional pode acessar o acoplamento, remover os parafusos e realizar a intervenção necessária, seguindo os procedimentos previstos para aquele sistema. Entre as principais vantagens estão: Montagem mecânica sem solda Instalação mais rápida em determinadas aplicações Facilidade de desmontagem Manutenção simplificada Menor necessidade de trabalhos a quente Vedação realizada por junta elastomérica Possibilidade de utilização em trechos que exigem flexibilidade, conforme o tipo de acoplamento Facilidade para ampliações e alterações da rede Redução do tempo de intervenção em determinados serviços Estudos e materiais técnicos do setor também apontam redução de tempo de execução e de mão de obra em determinadas aplicações com sistemas ranhurados. O resultado, entretanto, depende do projeto, dos componentes especificados e das condições da instalação. Qual é a diferença entre acoplamento Grooved rígido e flexível? Essa é uma das características que mais merece atenção durante a especificação de um sistema Grooved. O acoplamento rígido foi desenvolvido para manter maior estabilidade e alinhamento entre os tubos. Já o acoplamento flexível permite determinado grau de movimentação do conjunto, podendo contribuir para acomodar vibrações, dilatações e pequenos movimentos previstos no sistema. Por isso, a escolha entre rígido e flexível não deve ser feita apenas pelo diâmetro da tubulação. É necessário verificar as características do trecho, as condições de operação, o projeto e as especificações do fabricante do acoplamento. Onde a conexão Grooved é utilizada? A tecnologia Grooved pode ser utilizada em diferentes tipos de redes hidráulicas e instalações técnicas. Entre as aplicações mais comuns estão: Sistemas de combate a incêndio Redes de hidrantes Sistemas de sprinklers Sistemas HVAC Instalações industriais Linhas pressurizadas Ampliações e modernizações de redes existentes No combate a incêndio, a tecnologia pode aparecer em diferentes componentes da instalação. A própria GPM Brasil possui válvulas globo comerciais e industriais com conexão Grooved, além de válvulas de retenção ranhuradas. A conexão Grooved suporta alta pressão? Pode suportar pressões elevadas, desde que o componente utilizado seja especificado para a condição de operação da instalação. Esse ponto é importante porque não existe uma única capacidade de pressão válida para toda conexão Grooved. O limite depende do modelo, diâmetro, material, tipo de acoplamento, junta, tubo e demais características do conjunto. Na linha GPM, por exemplo, existem válvulas Grooved com diferentes especificações. A válvula globo industrial GPM 18 possui conexão Grooved de 2.1/2″ com 76 mm, pressão de trabalho de 232 LBS ou 1,6 MPa e pressão de teste de 580 LBS ou 4,0 MPa. Já a válvula globo comercial GPM 123 possui conexão de 2.1/2″ com 73 mm, pressão de trabalho de 145 LBS ou 1 MPa e pressão de teste de 362 LBS ou 2,5 MPa. Isso mostra por que a seleção deve partir da especificação técnica do produto e das exigências do projeto, e não apenas do fato de a peça possuir conexão Grooved. O que deve ser analisado antes de escolher uma conexão Grooved? A escolha correta começa pela compatibilidade entre todos os elementos que formarão a união. Alguns dos principais pontos são: Diâmetro externo real do tubo Dimensão e padrão da ranhura Tipo de acoplamento Tipo e material da junta Pressão de trabalho Pressão de teste Temperatura de operação Material dos componentes Tipo de tubulação Aplicação prevista no projeto Compatibilidade entre tubo, conexão e acoplamento Uma diferença dimensional aparentemente pequena pode impedir a montagem correta ou comprometer o desempenho da união. Por isso, a aquisição de uma conexão Grooved não deve considerar somente o diâmetro nominal informado na cotação. As dimensões reais e a compatibilidade entre os componentes precisam ser conferidas antes da instalação. O sistema Grooved elimina a necessidade de solda? Em uma instalação projetada para utilizar conexões ranhuradas, a união dos componentes Grooved pode ser realizada mecanicamente, sem soldagem. Isso não significa que toda a instalação hidráulica precise obrigatoriamente utilizar Grooved. Sistemas soldados, rosqueados e ranhurados possuem aplicações distintas, e a escolha deve respeitar o projeto e as características da instalação. A principal diferença está justamente no método de união. Na soldagem, os tubos são unidos por meio de um processo térmico. No sistema Grooved, a união acontece pela combinação entre ranhura, junta, acoplamento e parafusos. Essa característica também reduz a necessidade de trabalhos a quente durante a montagem dos trechos que utilizam o
Para que serve o Fog Hog? Entenda como funciona esse esguicho para canhão monitor

Quando um incêndio acontece em uma área industrial, nem sempre a aproximação direta é uma opção. Em refinarias, usinas, plataformas de carregamento e outras operações de grande porte, o combate precisa considerar distância, vazão, resfriamento e, principalmente, a segurança da equipe. É nesse tipo de cenário que entram os canhões monitores e os esguichos desenvolvidos para esse tipo de operação. Entre essas soluções está o Fog Hog, um esguicho regulável utilizado na saída de canhões monitores, fixos ou portáteis, em conjunto com tubo laminador. A solução é indicada para auxiliar no combate a incêndios Classe A e também para operações de resfriamento em incêndios Classe B, como em tanques, plataformas de carregamento e unidades de processo. Mas afinal, para que serve o Fog Hog e por que esse tipo de esguicho é importante em operações de grande porte? O que é o Fog Hog? O Fog Hog é um esguicho para canhão monitor desenvolvido para aplicações que exigem controle e alcance na utilização da água durante o combate a incêndios. Na linha da GPM Brasil, fabricante de referência em equipamentos para combate a incêndio, existem diferentes modelos Fog Hog, como o GPM 300, GPM 302 e GPM 303, com diferentes capacidades de vazão. O GPM 300, por exemplo, possui vazão máxima de 482 GPM, enquanto o GPM 302 chega a 1.000 GPM. Os equipamentos são construídos em latão e trabalham acoplados a canhões monitores e ao tubo laminador, formando um conjunto destinado a operações de combate e resfriamento, podendo produzir jato sólido e neblina. A lógica é simples: o canhão monitor direciona o conjunto e o Fog Hog realiza a aplicação da água conforme a necessidade da operação. Leia mais em: Canhão monitor: o que é, para que serve e onde é utilizado? Por que utilizar um esguicho em um canhão monitor? Um canhão monitor permite trabalhar com grandes vazões e alcançar áreas que podem apresentar risco elevado para uma aproximação direta. Porém, não basta movimentar uma grande quantidade de água. O modo como essa água é lançada também influencia a estratégia de combate. É justamente aí que o esguicho ganha importância. O conjunto formado por canhão monitor, tubo laminador e Fog Hog permite direcionar a aplicação da água para diferentes situações, seja no combate direto ao incêndio, seja no resfriamento de equipamentos e estruturas expostas ao calor. Em áreas industriais, essa capacidade pode ser decisiva para manter a equipe afastada de zonas de maior risco e, ao mesmo tempo, atuar sobre o incêndio. Fog Hog no combate e no resfriamento Uma das principais aplicações do Fog Hog está relacionada ao resfriamento industrial. Em incêndios envolvendo tanques, plataformas de carregamento e unidades de processo, o calor gerado pelas chamas pode atingir equipamentos e estruturas próximas, aumentando o risco de propagação do incêndio. Nessas situações, a aplicação de água não precisa estar direcionada apenas às chamas. O resfriamento também pode fazer parte da estratégia de controle da ocorrência. Por isso, o Fog Hog é indicado pela maior fabricante de equipamentos de combate a incêndio para aplicações em incêndios Classe A e Classe B, para o resfriamento de tanques, plataformas de carregamento e unidades de processo. Essa característica amplia a função do equipamento, que além do combate, o conjunto pode participar da proteção das áreas e estruturas expostas ao calor. Onde o Fog Hog pode ser utilizado? O equipamento foi desenvolvido para aplicações que exigem maior capacidade de vazão e alcance, principalmente em ambientes industriais. Entre as aplicações indicadas pela GPM Brasil estão: Indústrias em geral; Refinarias; Usinas; Corpo de Bombeiros; Canhões monitores fixos ou portáteis; Operações de resfriamento industrial. Esse tipo de aplicação também explica por que o Fog Hog está diretamente relacionado a sistemas de combate a incêndio de maior porte. Em uma ocorrência industrial, a estratégia não envolve apenas apagar as chamas. Também é necessário considerar a exposição térmica, os equipamentos próximos e a possibilidade de propagação do fogo. Fog Hog, canhão monitor e tubo laminador: como funciona o conjunto? O Fog Hog não trabalha isoladamente. A solução foi desenvolvida para atuar na saída de canhões monitores, sejam eles fixos ou portáteis, em conjunto com o tubo laminador. Na prática, cada componente possui uma função dentro do conjunto. O canhão monitor permite direcionar a aplicação. O tubo laminador participa da condução e estabilização do fluxo. Já o Fog Hog atua na saída, realizando a aplicação da água. Na linha da GPM Brasil, o Fog Hog é compatível com os canhões monitores fixos GPM 600, GPM 601 e GPM 602 e com o tubo laminador GPM 599. O GPM 600, por exemplo, possui passagem livre de 3″, pressão de trabalho entre 5 e 14 kgf/cm² e vazão máxima de até 1.250 GPM, demonstrando a capacidade dos conjuntos destinados a operações de grande porte. Quais são os modelos Fog Hog da GPM? A GPM Brasil possui diferentes modelos de Fog Hog, permitindo a especificação conforme a necessidade do sistema. Entre eles estão: GPM 300 – Fog Hog 500 GPM Modelo construído em latão, com base de 2.1/2″, rosca interna 7.1/2″ NSFHT e pressão de trabalho de 5 a 14 kgf/cm². GPM 302 – Fog Hog 1.000 GPM Modelo com vazão máxima de 1.000 GPM, pressão de trabalho de 5 a 16 kgf/cm² e construção em latão. GPM 303 – Fog Hog 750 GPM Também faz parte da melhor linha Fog Hog da GPM Brasil, compondo as opções disponíveis para diferentes necessidades de vazão. A escolha do modelo deve considerar as características do sistema, incluindo vazão, pressão de operação, configuração do canhão monitor e aplicação prevista. Confira mais sobre os equipamentos para canhão monitor aqui: Esguichos para canhão monitor Por que a escolha do esguicho faz diferença? Em uma operação de combate a incêndio, o equipamento não deve ser escolhido apenas pela aparência ou pela capacidade máxima de vazão. É necessário analisar o conjunto. Um esguicho precisa estar adequado ao canhão monitor, à pressão disponível, à vazão necessária e
Como a SIPAT pode melhorar a segurança no ambiente de trabalho?

A SIPAT pode colocar a segurança no centro das conversas, mas seu resultado depende do que acontece depois das palestras. Quando os colaboradores conseguem identificar riscos, apresentar sugestões e acompanhar mudanças no ambiente de trabalho, a prevenção passa a fazer parte da rotina. A Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) é uma das ações previstas no trabalho da CIPA. A NR-5 estabelece que a comissão deve promover a SIPAT anualmente, em conjunto com o SESMT quando houver. A mesma norma também atribui aos trabalhadores a possibilidade de indicar situações de risco e apresentar sugestões para melhorar as condições de trabalho. Foi nessa direção que a GPM Brasil conduziu sua SIPAT. A programação reuniu orientação técnica, conversa com os colaboradores e levantamento de melhorias para diferentes áreas da empresa. O que é SIPAT e para que serve? A SIPAT é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho, uma iniciativa voltada à prevenção de acidentes e doenças relacionadas às atividades profissionais. Na prática, a programação pode abordar os riscos presentes na operação, o uso correto de equipamentos de proteção, procedimentos de emergência, comportamento seguro e outros temas relacionados à saúde e segurança ocupacional. Para a GPM Brasil, o melhor fabricante de equipamentos de combate a incêndio com mais de 20 anos de experiência no mercado, esse assunto possui uma relação direta com a própria atividade da empresa. A produção envolve diferentes processos industriais e exige atenção permanente às condições de trabalho. Por isso, a prevenção precisa acompanhar a rotina. Como foi a SIPAT da GPM Brasil? Com o lema “Adote a esperança da prevenção”, a SIPAT da GPM Brasil reuniu palestras, orientações dos profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho e momentos de interação entre os colaboradores. Reinaldo Brocanelli, Edevilson José de Freitas, Marina Gonzales e Lucas Teixeira participaram das atividades, levando aos funcionários informações relacionadas à prevenção de acidentes e aos cuidados necessários no ambiente profissional. Entre os assuntos abordados estavam: Causas e consequências dos acidentes de trabalho; Identificação de comportamentos de risco; Responsabilidades da empresa e dos colaboradores; Utilização correta dos EPIs; Conservação e substituição dos equipamentos de proteção; Direitos e deveres relacionados à segurança; Cuidados com a integridade física e mental durante as atividades. A proposta foi aproximar os temas de segurança da realidade encontrada diariamente nos setores da empresa. Depois das orientações, os colaboradores também tiveram um momento de integração durante um coffee. A atividade abriu espaço para conversas e troca de experiências entre profissionais de diferentes áreas. Mas a parte mais relevante da iniciativa aconteceu quando a programação saiu da sala de palestras. Como os colaboradores participaram das melhorias de segurança? Os profissionais de segurança da GPM Brasil passaram pelos setores da empresa para conversar diretamente com as equipes e apresentar novas orientações. Os colaboradores também receberam um espaço para registrar perguntas, percepções e sugestões sobre o ambiente de trabalho. Essa etapa criou uma oportunidade para identificar situações que poderiam passar despercebidas em uma avaliação distante da operação. A participação dos trabalhadores é parte importante da prevenção. A NR-5 determina que eles podem indicar situações de risco à CIPA, ao SESMT e à organização, além de apresentar sugestões para melhorar as condições de trabalho. Na GPM, esse processo ajudou a direcionar medidas para diferentes ambientes da empresa. Afinal, uma área de fundição possui riscos diferentes de um escritório administrativo. A solução de segurança precisa considerar essa realidade. Quais melhorias podem aumentar a segurança em uma fábrica? Em um ambiente industrial, a prevenção envolve desde a organização do espaço até procedimentos específicos para máquinas, equipamentos e situações de emergência. A partir das necessidades identificadas, algumas medidas consideradas pela GPM Brasil incluem: Placas de sinalização e identificação das áreas; Marcações no piso para organizar o fluxo de pessoas; Alertas em locais de operação; Procedimentos de LOTO (Lockout/Tagout) durante intervenções em máquinas; Gestão de EPIs e EPCs; Treinamentos periódicos; Manutenção preventiva dos equipamentos; Análise dos riscos existentes em cada atividade; Verificação dos sistemas de combate a incêndio; Treinamento das brigadas; Procedimentos definidos para situações de emergência. O objetivo é reduzir a exposição a riscos e estabelecer procedimentos claros para as situações que fazem parte da rotina industrial. A própria descrição de atividades publicada pela GPM para funções da área industrial inclui o cumprimento de métodos seguros, uso de EPIs, respeito às áreas de risco, comunicação de condições inseguras e participação em sugestões de melhoria junto à CIPA. Como a segurança também deve ser cuidada no ambiente administrativo? Os riscos mudam quando a atividade acontece em um escritório, mas continuam existindo. Ergonomia, organização dos espaços, iluminação, temperatura, circulação e preparação para emergências também fazem parte de um ambiente de trabalho adequado. Entre os pontos que podem ser avaliados estão: Cadeiras e mesas adequadas às atividades; Altura correta dos monitores; Organização de cabos e equipamentos; Iluminação confortável; Condições térmicas e acústicas adequadas; Pausas durante atividades prolongadas; Incentivo à ginástica laboral; Orientações para situações de emergência; Atenção aos limites entre trabalho e descanso. A avaliação precisa considerar a atividade realizada por cada equipe. O que representa um risco relevante para quem trabalha próximo a máquinas pode não ter a mesma importância para quem permanece diante de um computador durante grande parte do expediente. Por que ouvir os funcionários melhora a prevenção? Quem trabalha diariamente em determinado setor conhece detalhes que nem sempre aparecem em uma inspeção pontual. Um obstáculo no caminho, uma dificuldade para acessar um equipamento, uma sinalização pouco clara ou um procedimento que gera dúvidas podem ser percebidos primeiro por quem executa aquela atividade. Por isso, abrir espaço para ouvir os colaboradores transforma a prevenção em um processo de participação. A legislação também reconhece esse papel. A NR-5 atribui à CIPA a identificação de perigos, avaliação de riscos, verificação das condições de trabalho e acompanhamento das medidas preventivas. Aos trabalhadores, cabe indicar situações de risco e apresentar sugestões. A SIPAT, nesse contexto, pode servir como um ponto de encontro entre conhecimento técnico e experiência prática.
Qual a diferença entre válvula comercial e válvula industrial?

A diferença entre uma válvula comercial e uma válvula industrial está principalmente na aplicação, configuração, pressão de trabalho e características construtivas definidas para cada sistema de combate a incêndio. As duas podem fazer parte de uma instalação hidráulica de combate a incêndio, mas são especificadas para condições diferentes. Por isso, a escolha deve considerar o projeto, a pressão de operação, o tipo de conexão, o espaço disponível e as características da edificação. Na linha de válvulas globo da GPM Brasil, por exemplo, existem modelos comerciais e industriais em diferentes configurações, incluindo versões PN16 e PN20. O que é uma válvula comercial? A válvula comercial é utilizada em sistemas de combate a incêndio instalados em edificações como comércios, depósitos e determinadas aplicações prediais. Sua função é controlar a passagem de água em um ponto do sistema hidráulico. Nos modelos angulares utilizados em hidrantes, a saída permite o acoplamento do adaptador e da mangueira de incêndio. A GPM Brasil possui modelos comerciais de válvula globo 45°, como a GPM 25, fabricada em latão, com entrada de 2.1/2″ 11 BSP, saída de 2.1/2″ 5 FPP e pressão de trabalho de 232 LBS / 1,6 MPa. A ficha técnica indica aplicação em comércio, depósitos e galpões. Também existem versões comerciais com conexão Grooved. A GPM 123, por exemplo, utiliza conexão de 2.1/2″ com 73 mm, saída de 2.1/2″ 5 FPP e pressão de trabalho de 145 LBS / 1 MPa. Leia também: O que é conexão Grooved e onde ela é utilizada em sistemas de combate a incêndio? Onde a válvula comercial é utilizada? A aplicação depende das especificações do projeto, mas a linha comercial da GPM contempla: Comércio; Depósitos; Galpões; Sistemas hidráulicos de combate a incêndio compatíveis com as características do modelo. A definição do equipamento deve sempre considerar os requisitos do sistema instalado. O que é uma válvula industrial? A válvula industrial é desenvolvida para aplicações que exigem configurações adequadas às características de instalações industriais, depósitos, galpões e outros ambientes com demandas específicas de combate a incêndio. Nesse caso, existem diferentes combinações de pressão nominal, conexões, diâmetros, ângulos e componentes. A GPM 130, por exemplo, é uma válvula globo industrial 45° PN16, fabricada em latão, com entrada de 2.1/2″ 8 NPT, saída de 2.1/2″ 7.1/2 NH e volante de 100 mm. O fabricante indica sua aplicação para indústrias em geral, depósitos e galpões. A linha industrial também possui modelos PN20. A GPM 131 é uma válvula globo industrial 45° PN20 de 2.1/2″, enquanto outros modelos industriais da linha possuem saída a 90° e diferentes padrões de conexão. Qual é a diferença entre válvula comercial e industrial? A diferença pode ser observada principalmente na especificação do equipamento para determinada aplicação. Característica Válvula comercial Válvula industrial Aplicação típica Comércio, depósitos e determinadas edificações Indústrias, depósitos, galpões e aplicações industriais Configurações Modelos específicos para aplicações comerciais Maior variedade de configurações industriais Pressão Depende do modelo Depende do modelo Conexões BSP, Grooved e outras conforme o modelo BSP, NPT, Grooved e outras conforme o modelo Ângulo Principalmente 45° nos modelos consultados 45° ou 90°, conforme o modelo Material Latão em diversos modelos Latão em diversos modelos Seleção Conforme projeto e características da instalação Conforme projeto, pressão e características da instalação Um ponto merece atenção: PN16 não significa automaticamente válvula comercial, assim como válvula industrial não significa obrigatoriamente PN20. A própria linha da GPM demonstra isso. Existem válvulas comerciais PN16 e válvulas industriais PN16, além de modelos industriais PN20. Por isso, a classificação comercial ou industrial não deve ser utilizada isoladamente para definir a pressão de trabalho do equipamento. O que significa PN16 em uma válvula? PN é a designação relacionada à pressão nominal do equipamento. Nas especificações da GPM, os modelos PN16 trabalham, conforme a versão, com 232 LBS / 1,6 MPa, enquanto existem modelos industriais PN20 especificados para 20 kgf/cm², conforme a configuração do produto. Além da pressão de trabalho, é necessário observar a pressão de teste indicada na ficha técnica. No caso da GPM 25, por exemplo: Pressão de trabalho: 232 LBS / 1,6 MPa; Pressão de teste: 580 LBS / 4,0 MPa; Entrada: 2.1/2″ 11 BSP; Saída: 2.1/2″ 5 FPP; Material: latão; Ângulo: 45°. Essas informações são mais relevantes para a especificação do que simplesmente classificar a peça como comercial ou industrial. Como escolher uma válvula para sistema de combate a incêndio? A escolha deve partir das características do projeto e das especificações necessárias para a instalação. Entre os principais pontos estão: Pressão de trabalho do sistema; Pressão de teste; Diâmetro da tubulação; Tipo de conexão; Rosca de entrada e saída; Ângulo da válvula; Espaço disponível para instalação; Material de fabricação; Aplicação prevista; Requisitos normativos do projeto. Também é necessário verificar a compatibilidade entre a válvula, o adaptador, a mangueira e os demais componentes instalados no ponto de hidrante. Uma diferença de rosca, diâmetro ou padrão de conexão pode impedir a montagem correta do conjunto. Qual válvula utilizar em cada aplicação? A resposta depende das especificações do sistema. Para uma aplicação comercial, pode ser necessário utilizar uma válvula globo comercial PN16, como os modelos destinados pela GPM a comércio, depósitos e galpões. Já uma instalação industrial pode exigir uma válvula industrial com configuração específica de conexão, pressão ou geometria. Em projetos que trabalham com maiores pressões ou determinadas condições de instalação, também existem válvulas industriais PN20 na linha da GPM. Por isso, a especificação deve partir do projeto hidráulico e das condições reais de operação. Válvula comercial ou industrial deve seguir qual norma? Para válvulas globo destinadas a sistemas de hidrantes, a ABNT NBR 16021 é uma referência normativa importante. Fabricantes do setor especificam seus modelos conforme essa norma, incluindo versões comerciais e industriais. A conformidade normativa precisa ser analisada de acordo com o produto, sua aplicação e os requisitos estabelecidos para o sistema de segurança contra incêndio. Além da norma aplicável, o profissional responsável pelo
O que mudou na GPM Brasil e no mercado de combate a incêndios

Em 6 de abril de 2026, a GPM Brasil iniciou uma nova etapa de sua identidade visual. O novo logo passou a representar uma marca mais robusta, com traços marcantes e uma presença visual alinhada ao momento atual da empresa. A mudança, porém, não ficou restrita ao logo. O rebranding acompanha uma série de iniciativas que vêm sendo desenvolvidas pela GPM Brasil em diferentes frentes, como qualidade, fabricação, educação, relacionamento com profissionais e produção de conteúdo. A nova identidade visual passa a comunicar uma empresa que ampliou sua atuação e que busca tornar mais evidente tudo o que existe por trás dos equipamentos que fabrica. Por que a GPM Brasil mudou sua identidade visual? Uma identidade visual precisa acompanhar a empresa que representa. Depois de mais de 20 anos de atuação, a GPM Brasil chegou a um momento em que sua comunicação precisava traduzir melhor a dimensão alcançada pela empresa. A mudança trouxe uma identidade mais forte e mais presente, sem abandonar elementos que fazem parte da história da GPM. O novo logo ganhou maior peso visual e traços mais marcantes, reforçando características importantes para uma empresa do setor de combate a incêndio, como segurança, resistência, confiança e presença. Uma marca forte não cabe em traços finos. A frase resume o conceito por trás dessa transformação. O novo desenho foi pensado para representar visualmente uma empresa que fabrica no Brasil, atende diferentes mercados, investe em estrutura própria e mantém uma atuação próxima dos profissionais que trabalham diretamente com prevenção e combate a incêndios. O que mudou no novo logo da GPM Brasil? A principal mudança está na construção visual da marca. O novo logo apresenta uma composição mais robusta e uma presença maior, pensada para funcionar em diferentes aplicações, desde materiais institucionais e produtos até eventos, uniformes, comunicação digital e pontos de contato com clientes. Essa mudança também acompanha uma evolução na forma como a GPM Brasil se apresenta ao mercado. A empresa passou a mostrar com mais frequência não apenas os equipamentos que fabrica, mas também as pessoas, os profissionais, os treinamentos, os processos de fabricação, os projetos e o conhecimento envolvido no setor. O logo passa, assim, a fazer parte de uma identidade que busca representar a GPM Brasil como um todo. O rebranding mudou apenas a aparência da GPM Brasil? A mudança visual acompanha transformações que já estavam acontecendo dentro da empresa. Na fabricação, a GPM Brasil mantém processos próprios de fundição e usinagem e realiza testes individuais nos produtos antes que eles deixem a fábrica. A empresa também trabalha com controle de qualidade, oferece 12 meses de garantia e conta com consultores técnicos e uma equipe de Engenharia de Projetos para auxiliar na escolha dos equipamentos e esclarecer dúvidas. A fabricação nacional e a experiência acumulada desde 2005 também fazem parte dessa estrutura. A história da empresa começou em Santo André, em São Paulo, e passou por diferentes etapas de expansão. Em 2008, a GPM ampliou sua estrutura com uma unidade de fundição em Capuava, Mauá, voltada à produção de componentes em latão, bronze e alumínio. Em 2010, a empresa iniciou sua atuação no mercado internacional, ampliando sua presença para países da América Latina e da África. Mais de duas décadas depois, a GPM Brasil mantém a fabricação nacional como parte importante de sua operação e atua com uma linha diversificada de equipamentos para sistemas de combate a incêndio. Como a GPM Brasil investe em qualidade? A qualidade dos equipamentos de combate a incêndio depende de processos que começam muito antes de o produto chegar ao cliente. Na GPM Brasil, os produtos passam por testes antes de sair da fábrica. O procedimento faz parte do controle realizado pela empresa e está relacionado à confiabilidade dos equipamentos utilizados em sistemas de combate a incêndio. A empresa também possui certificações como ISO 9001, ISO 14001 e UL BR, considerando os respectivos produtos e escopos aplicáveis. Esse trabalho é complementado pelo suporte oferecido aos clientes. A GPM Brasil conta com consultores técnicos e uma equipe de Engenharia de Projetos preparada para auxiliar na escolha dos produtos e esclarecer questões relacionadas às aplicações. Em um setor no qual os equipamentos precisam cumprir sua função quando são necessários, esses processos fazem parte da rotina da empresa. Por que a GPM Brasil investe em educação? O trabalho no setor de prevenção e combate a incêndios envolve equipamentos, normas, projetos, procedimentos e tomada de decisão. Por isso, a GPM Brasil ampliou sua atuação para além da fabricação e passou a investir também na produção e disseminação de conhecimento. Parcerias com instituições de ensino e treinamento fazem parte desse movimento, assim como iniciativas próprias voltadas à aproximação com profissionais e estudantes. A proposta é criar espaços nos quais conhecimento técnico, experiências de campo e diferentes perspectivas do setor possam circular entre quem trabalha diariamente com prevenção e combate a incêndios. O que é o Fire Academy da GPM Brasil? O Fire Academy é uma das principais iniciativas da nova fase da GPM Brasil voltadas à formação e à experiência prática no combate a incêndios. O evento reúne profissionais como bombeiros, engenheiros, projetistas, instaladores e estudantes em uma programação que combina conteúdo técnico, demonstrações e atividades práticas em um Centro de Treinamentos. A proposta coloca os participantes em contato com especialistas, equipamentos e situações relacionadas ao combate a incêndios, aproximando o conhecimento apresentado em sala da realidade encontrada em campo. O Fire Academy também amplia a forma como a GPM Brasil se relaciona com o mercado. Em vez de falar somente sobre os equipamentos que fabrica, a empresa cria um espaço para que profissionais possam compartilhar experiências, conhecer soluções e discutir situações que fazem parte da rotina do setor. Essa aproximação entre conhecimento e prática representa uma das características da nova fase da empresa. GPM Masterclass A GPM Masterclass faz parte das iniciativas educacionais desenvolvidas pela empresa para levar conteúdo técnico e experiências do mercado aos profissionais. Os encontros abordam diferentes assuntos relacionados à prevenção e
Como a GPM Brasil participa da formação de novos Bombeiros Civis?

A formação de um Bombeiro Civil envolve conhecimento técnico, treinamento prático e contato com os equipamentos que fazem parte da rotina de atendimento a emergências. Por isso, a aproximação entre instituições de ensino e fabricantes pode contribuir para uma preparação mais conectada às necessidades encontradas no mercado. Foi dentro dessa proposta que a GPM Brasil participou da formação de uma nova turma de Bombeiros Civis do Grupo Stilo. Na segunda-feira, 23 de março de 2026, representantes da GPM Brasil estiveram presentes na formatura dos alunos que concluíram o curso, em um momento que também marcou uma nova etapa da parceria entre as duas empresas. A turma foi a primeira a concluir a formação contando com conteúdos ministrados diretamente pela GPM Brasil e integrados à grade curricular do curso. A participação coloca a fabricante de equipamentos de combate a incêndio em contato direto com profissionais que estão se preparando para atuar na linha de frente. Como funciona a parceria entre GPM Brasil e Grupo Stilo? A parceria entre a GPM Brasil e o Grupo Stilo começou em 2024, inicialmente com o fornecimento de equipamentos para a instituição de ensino. Com o passar do tempo, a relação avançou para uma frente educacional. Em 2026, profissionais da GPM passaram a participar diretamente da formação dos alunos, levando para a sala de aula conhecimentos relacionados aos equipamentos e à realidade encontrada no setor de combate a incêndio. A iniciativa permite que os futuros Bombeiros Civis tenham contato com informações sobre os recursos que poderão encontrar durante sua atuação profissional e compreendam melhor a aplicação dos equipamentos. Para uma formação técnica, esse contato é relevante porque o conhecimento sobre um equipamento não termina na identificação de sua função. O profissional também precisa entender sua utilização, suas características e os cuidados relacionados à operação. Por que Bombeiros Civis precisam conhecer os equipamentos de combate a incêndio? Um Bombeiro Civil pode encontrar diferentes tipos de equipamentos durante sua rotina profissional, dependendo das características da edificação, da operação e dos riscos existentes no local. Entre os recursos que podem fazer parte de um sistema de combate a incêndio estão: Esguichos Mangueiras de incêndio Válvulas Derivantes Canhões monitores Proporcionadores de espuma Equipamentos hidráulicos de combate a incêndio Cada componente possui uma função específica e precisa ser utilizado de acordo com suas características e com os procedimentos previstos para a instalação. A GPM Brasil fabrica diferentes equipamentos utilizados em sistemas de combate a incêndio, incluindo esguichos reguláveis, derivantes, válvulas, canhões monitores e proporcionadores de espuma. Levar esse conhecimento para a formação permite aproximar o conteúdo estudado da realidade encontrada pelos profissionais depois da conclusão do curso. Como a GPM Brasil contribui para a formação de novos profissionais? A participação da GPM Brasil na formação dos alunos faz parte de uma atuação mais ampla da empresa no desenvolvimento de conhecimento dentro do setor. A fabricante também mantém iniciativas próprias de educação e conteúdo técnico, como a GPM Masterclass, o Fire Academy e o Hora do Fogo, além de parcerias com instituições de ensino. A empresa entende que o conhecimento sobre equipamentos precisa chegar a quem projeta, instala, especifica e utiliza essas soluções. Essa aproximação também permite que a GPM receba diretamente dos profissionais e estudantes dúvidas relacionadas ao uso dos produtos e às situações encontradas no mercado. Lucas Teixeira se torna Bombeiro Civil da GPM Brasil A formatura teve ainda um significado especial para a própria GPM Brasil. Entre os alunos estava Lucas Teixeira, colaborador que construiu parte de sua trajetória profissional dentro da empresa. Lucas iniciou sua atuação na GPM Brasil na área de usinagem e posteriormente passou pelo almoxarifado. Durante esse período, demonstrou interesse em ampliar sua atuação profissional e ingressar na área de combate a incêndio. A empresa apoiou seu desenvolvimento e proporcionou a oportunidade de realizar a formação de Bombeiro Civil pelo Grupo Stilo. A conclusão do curso abriu uma nova etapa em sua trajetória. Lucas passou a atuar como Bombeiro Civil da GPM Brasil, aproximando ainda mais sua experiência dentro da indústria da rotina operacional relacionada à prevenção e ao combate a incêndios. A história também mostra uma possibilidade de desenvolvimento profissional dentro da própria empresa, na qual conhecimentos de diferentes áreas podem se complementar. Marina Gonzales também conclui a formação de Bombeiro Civil A formatura contou ainda com a participação de Marina Gonzales, diretora comercial da GPM Brasil. Mesmo ocupando uma posição de liderança na empresa, Marina decidiu realizar a formação de Bombeiro Civil e acompanhar todas as etapas do curso. A escolha representa uma postura de proximidade com o setor e com os profissionais que fazem parte dele. Ao participar diretamente da formação, Marina também teve contato com conteúdos, procedimentos e situações que fazem parte da rotina de quem atua na área. Para uma empresa que fabrica equipamentos utilizados no combate a incêndios, essa experiência contribui para aproximar diferentes áreas da organização da realidade dos profissionais que estão em campo. O que a formação de Bombeiro Civil representa para o setor? A formação profissional tem impacto direto na preparação das equipes que atuarão em situações de emergência. O conhecimento técnico precisa estar acompanhado de treinamento adequado, familiaridade com os equipamentos e compreensão dos procedimentos aplicáveis a cada situação. Por isso, iniciativas que aproximam instituições de ensino, fabricantes e profissionais podem criar oportunidades de aprendizado que complementam a formação tradicional. No caso da parceria entre GPM Brasil e Grupo Stilo, a fabricante participa diretamente desse processo ao levar conhecimento sobre equipamentos e aplicações para dentro da formação dos alunos. GPM Brasil investe em conhecimento além da fabricação A participação na formação dos Bombeiros Civis do Grupo Stilo faz parte de uma atuação que ultrapassa a fabricação de equipamentos. A GPM Brasil desenvolve e fabrica soluções para sistemas de combate a incêndio e mantém uma estrutura voltada ao desenvolvimento de produtos, controle de qualidade e suporte aos profissionais. Cada produto passa por testes antes de sair da fábrica, e a empresa trabalha com certificações e processos
Instal Show visita a fábrica da GPM Brasil e conhece produção de equipamentos de combate a incêndio

Conhecer um equipamento pronto é uma coisa. Conhecer o processo que existe antes de ele chegar ao sistema de combate a incêndio é outra. Para quem trabalha com instalações, projetos e segurança contra incêndio, entender como uma peça é fabricada ajuda a avaliar aquilo que realmente está por trás de uma marca. É por isso que a GPM Brasil abre as portas da sua estrutura industrial para clientes, parceiros e participantes de iniciativas como a GPM Masterclass. A visita permite acompanhar diferentes etapas da fabricação, conhecer os materiais utilizados, observar máquinas e processos e chegar até a área de testes. A proposta é simples: quem tem qualidade para mostrar não precisa esconder o processo. Por que conhecer a fábrica de um fabricante de equipamentos de combate a incêndio? No mercado B2B, a decisão de compra não deveria terminar na análise de um catálogo. Um equipamento pode ter aparência semelhante a outro e, ainda assim, apresentar diferenças relacionadas ao material utilizado, processo de fabricação, usinagem, acabamento, montagem e controle de qualidade. Conhecer a fábrica permite enxergar parte dessa cadeia. Na GPM Brasil, os visitantes podem acompanhar processos como fundição, usinagem, montagem e acabamento. A empresa mantém produção própria e nacional e utiliza materiais como latão na fabricação de seus equipamentos. Essa abertura aproxima fabricante e mercado. O cliente deixa de conhecer apenas o produto pronto e passa a compreender melhor o trabalho que existe antes dele. O que é possível conhecer dentro da fábrica da GPM Brasil? A estrutura industrial permite acompanhar diferentes etapas da fabricação. Entre os processos estão: Projeto e Engenharia Fundição Shell Molding Usinagem CNC Montagem Acabamento Testes dos produtos Cada etapa possui uma função dentro da construção do equipamento. Na fundição, os metais são transformados de acordo com os moldes e especificações necessárias para a fabricação das peças. A GPM Brasil utiliza processos como moldagem em areia, coquilha e Shell Molding. Na usinagem, os componentes recebem as dimensões e características necessárias para chegar ao formato especificado. A empresa utiliza máquinas de precisão e trabalha com diferentes materiais metálicos em sua produção. Depois vêm montagem e acabamento. E, antes de o produto seguir para o cliente, existe outra etapa fundamental que são os testes. Como a GPM Brasil controla a qualidade dos equipamentos? A qualidade precisa aparecer no processo, não apenas na comunicação. Por isso, a GPM Brasil informa que cada peça é testada individualmente antes de sair da fábrica. O procedimento não se limita à escolha de algumas unidades para avaliação por amostragem. Essa diferença é importante para quem especifica equipamentos para sistemas de combate a incêndio. O produto que chega ao cliente precisa corresponder ao equipamento que foi projetado, fabricado e comercializado. Além dos testes individuais, a GPM Brasil mantém processos certificados e possui certificações como ISO 9001, ISO 14001 e UL BR, considerando os respectivos produtos e escopos. A empresa também oferece 12 meses de garantia, além de suporte técnico, consultores e Engenharia de Projetos para auxiliar profissionais na escolha da solução mais adequada. O que uma visita à fábrica revela sobre a qualidade? A visita permite observar aquilo que uma fotografia de produto não mostra. É possível ver as máquinas em funcionamento, conhecer os materiais utilizados, acompanhar parte dos processos de fabricação e entender como diferentes etapas se conectam até a obtenção da peça final. Essa experiência também ajuda a responder dúvidas que normalmente surgem durante a especificação. Qual material é utilizado? Como a peça é produzida? Como acontece a usinagem? Como funciona a montagem? Onde o produto é testado? Quem acompanha esses processos? Em uma visita técnica, essas perguntas podem ser respondidas diretamente dentro da operação. É justamente aí que a transparência ganha valor. A GPM Brasil recebe a equipe da Instal Show Em 19 de março de 2026, a GPM Brasil recebeu Adriélcio Martins e Rodrigo Recife, responsáveis pela Instal Show, para uma visita à fábrica. O encontro proporcionou aos convidados um tour pela estrutura industrial, permitindo acompanhar diferentes etapas da produção e conhecer de perto os processos utilizados pela empresa. A visita também fortaleceu uma conexão que vai além da relação comercial. Para uma fabricante, receber profissionais do setor dentro da própria operação cria espaço para troca de experiências, conhecimento e novas conexões. Para quem visita, existe a oportunidade de enxergar a indústria por outro ângulo. O produto deixa de ser apenas uma peça exposta e passa a ser o resultado de uma sequência de processos que podem ser observados diretamente. Da observação à prática A visita não terminou na linha de produção. Um dos momentos do encontro aconteceu na área de testes, onde a equipe da Instal Show pôde utilizar os esguichos da GPM Brasil na prática. A experiência colocou os visitantes em contato direto com os equipamentos e trouxe para o ambiente da fábrica uma demonstração mais próxima da utilização real. Esse tipo de experiência tem um valor importante para quem trabalha no setor. Conhecer um equipamento no catálogo apresenta suas características. Segurá-lo, utilizá-lo e observar seu funcionamento acrescenta outra dimensão ao conhecimento. E, no caso da GPM Brasil, esse contato também faz parte da proposta de aproximar fabricantes e profissionais. Por que a GPM Brasil abre as portas para clientes e parceiros? Uma relação comercial baseada em confiança precisa ter espaço para diálogo. A GPM Brasil recebe clientes, parceiros e profissionais interessados em conhecer sua estrutura porque entende que mostrar o processo produtivo também faz parte da relação com o mercado. A empresa não precisa limitar a percepção sobre seus produtos ao que aparece em um catálogo. É possível conhecer a fábrica, observar os processos, conversar com profissionais e acompanhar os testes. Essa postura também está presente na GPM Masterclass. Durante as turmas do treinamento, os participantes têm a oportunidade de conhecer a fábrica, acompanhar processos produtivos e ter contato com os equipamentos utilizados no segmento de combate a incêndio. A experiência aproxima conhecimento técnico e realidade industrial. O que é a GPM Masterclass? A GPM Masterclass
Como é ser mulher na indústria e trabalhar na GPM Brasil?

A presença feminina na indústria brasileira vem crescendo, mas ocupar esse espaço ainda envolve desafios que vão além da formação profissional. Mulheres podem encontrar barreiras relacionadas à liderança, reconhecimento, conciliação entre trabalho e vida pessoal e antigos estereótipos sobre quais funções seriam consideradas “masculinas”. Os números mostram que esse cenário está mudando. Segundo levantamento do Observatório Nacional da Indústria, da CNI, as mulheres ocupavam 39,1% dos cargos de liderança na indústria em 2023, diante de 35,7% em 2013. O mesmo estudo aponta que as mulheres que atuam no setor possuem, em média, mais anos de estudo que os homens, indicando que qualificação não explica sozinha as diferenças de participação e crescimento profissional. Nesse contexto, discutir como é ser mulher na indústria também significa olhar para as empresas e para as condições que elas criam para que profissionais possam desenvolver seu trabalho com respeito, segurança e oportunidades. Na GPM Brasil, essa discussão ganhou espaço dentro da própria firma durante o mês das mulheres. Quais são os desafios para as mulheres na indústria? A indústria historicamente concentrou uma parcela maior de trabalhadores homens, principalmente em áreas ligadas à produção, manutenção, operação e liderança. Esse cenário vem mudando, mas a presença feminina não elimina automaticamente as barreiras existentes. Dados do Observatório Nacional da Indústria mostram que, apesar do crescimento da participação das mulheres em posições de comando, os homens ainda ocupavam a maior parte desses postos na indústria brasileira em 2023. Além da presença nos cargos, existem questões relacionadas à rotina profissional. Mulheres ainda podem precisar conciliar responsabilidades familiares e domésticas com a carreira. O IBGE já identificou diferenças relevantes na distribuição do trabalho doméstico e de cuidados entre homens e mulheres, fator que interfere na participação feminina no mercado de trabalho. Por isso, construir um ambiente profissional respeitoso envolve mais do que contratar mulheres. É preciso criar condições para que elas possam trabalhar, crescer, assumir responsabilidades e serem reconhecidas pelo próprio trabalho. Como a GPM Brasil valoriza as mulheres que trabalham na empresa? Em março, a GPM Brasil realizou a ação “Vamos Juntas”, criada para reconhecer as mulheres que fazem parte da equipe e abrir espaço para histórias que muitas vezes ficam fora das conversas do ambiente corporativo. A iniciativa não ficou restrita ao dia 8 de março. Ao longo do mês, a empresa reuniu relatos de suas colaboradoras, que compartilharam experiências sobre trabalho, família, estudos, liderança e os desafios encontrados ao longo de suas trajetórias. Essas histórias mostraram diferentes realidades. Algumas mulheres conciliam carreira e maternidade. Outras estudam enquanto trabalham. Há também profissionais que ocupam posições de liderança e precisam lidar diariamente com as responsabilidades que acompanham essas funções. São experiências diferentes, mas que possuem um ponto em comum: cada uma delas precisou construir seu próprio espaço profissional. O que aconteceu no Dia das Mulheres na GPM Brasil? No dia 12 de março, as colaboradoras participaram de uma manhã preparada especialmente para elas. A programação contou com um coffee, uma carta preparada pela empresa e presentes personalizados, incluindo camisetas e ecobags. Os objetos eram parte da celebração, mas a proposta principal estava no encontro. O momento criou espaço para conversa, escuta e aproximação entre as mulheres que trabalham em diferentes áreas da GPM Brasil. Durante a ação, a diretora comercial Marina Gonzales também compartilhou uma mensagem sobre união e apoio entre mulheres. A ideia central foi abandonar a lógica de competição constante e incentivar uma relação baseada em empatia, acolhimento e colaboração. A mensagem ganhou significado justamente porque partiu de uma mulher que ocupa uma posição de liderança dentro da empresa. Por que a representatividade feminina importa dentro da indústria? A presença de mulheres em diferentes funções amplia as experiências e perspectivas disponíveis dentro de uma organização. Isso pode acontecer na produção, na área administrativa, na engenharia, na qualidade, no comercial, na gestão ou em qualquer outra frente da empresa. A própria indústria brasileira vem tratando a participação feminina como uma questão relacionada ao desenvolvimento do setor. Em 2026, a CNI lançou o Programa de Liderança Feminina da Indústria, iniciativa voltada ao fortalecimento da presença de mulheres em posições de decisão, capacitação e empreendedorismo. A mudança também aparece dentro das próprias empresas. Quando uma profissional encontra espaço para desenvolver suas competências, assumir responsabilidades e participar de decisões, sua presença deixa de ser apenas uma questão de representatividade e passa a fazer parte da construção da organização. Como criar um ambiente seguro para mulheres na indústria? Um ambiente seguro precisa considerar tanto os riscos físicos da operação quanto as relações que acontecem diariamente entre as pessoas. Em uma indústria, isso envolve medidas concretas de segurança ocupacional, mas também respeito no relacionamento profissional. Alguns pontos são fundamentais: Políticas claras contra assédio e discriminação; Respeito entre equipes e lideranças; Canais para comunicação de situações inadequadas; Condições adequadas de segurança; Equipamentos de proteção compatíveis com cada atividade; Oportunidades de desenvolvimento profissional; Critérios claros para crescimento e liderança; Escuta ativa dos colaboradores; Respeito à vida pessoal e familiar; Ambiente em que profissionais possam apresentar ideias e dificuldades. A segurança também precisa acompanhar a realidade de cada setor. Na GPM Brasil, as atividades industriais envolvem processos como shell molding, fundição, usinagem e montagem, além das áreas administrativas e comerciais. A empresa informa que seus processos seguem métodos de segurança e que os colaboradores são orientados a utilizar EPIs, respeitar áreas de risco, comunicar condições inseguras e participar de sugestões de melhoria junto à CIPA. Como é trabalhar na GPM Brasil sendo mulher? A experiência de cada profissional é individual, mas ações como o “Vamos Juntas” mostram uma iniciativa da empresa para reconhecer as mulheres que fazem parte de sua equipe e criar espaços de diálogo seguro. Esse tipo de iniciativa também se conecta à própria missão institucional da GPM Brasil. A empresa declara como parte de sua missão promover o crescimento pessoal e profissional dos colaboradores, estimulando criatividade e inovação. Entre seus valores estão confiança, segurança e respeito aos colaboradores. Para um fabricante de equipamentos de combate a
GPM Brasil ministra sua primeira aula no curso de bombeiro civil do Grupo Stilo

GPM Brasil leva conhecimento técnico à formação de bombeiros civis no Grupo Stilo Na noite do dia 09 de fevereiro de 2026, a GPM Brasil marcou presença no centro de formação do Grupo Stilo com um passo muito importante para o setor: a realização da primeira aula da GPM Brasil integrada à grade curricular do curso de bombeiro civil. A aula foi conduzida pela bombeira civil e diretora comercial da GPM Brasil, Marina Gonzales, que trouxe muito mais do que teorias. Ela trouxe conhecimento sobre cada equipamento, fazendo com que os alunos tivesse contato com eles de forma física. Experiência prática e imersiva Diferente de aulas tradicionais, essa aula foi projetada para trazer uma experiência imersiva. Os alunos tiveram contato direto com os produtos produzidos pela empresa de combate a incêndio, conhecendo de perto materiais como latão, entendendo seus diferenciais, origem, processos de fabricação e, principalmente, sua aplicação no dia a dia. Os estudantes que estiveram presente nesse momento, ficaram encantados com a dinâmica da GPM Brasil, resumindo a experiência vivida em grandes feedbacks: “Hoje a gente teve uma experiência gratificante, com a empresa GPM apresentando pra nós o que um bom bombeiro civil tem que ter. Foi muito legal saber a raiz do produto que a gente vai utilizar no nosso dia a dia. É uma empresa muito séria, e hoje foi uma forma muito dinâmica e relevante pra saber como que a gente pode fazer o combate a incêndio e salvar vidas. Então o que eu tenho a dizer hoje, que conheça a fundo o que você pode utilizar e sou fãzaço aí da empresa.” Esse tipo de retorno mostra que a conexão entre indústria e ensino faz total sentido para o novo mercado. GPM Brasil X Grupo Stilo A relação entre GPM Brasil e o Grupo Stilo começou em 2024, com o fornecimento de equipamentos. Desde então, a parceria vem se fortalecendo de forma natural, acompanhando as necessidades do mercado e da formação profissional. Mas só em 2026 que essa parceria rompeu barreiras e tomou proporções maiores, garantindo um ensino único e prático. A inclusão de uma empresa industrial na grade curricular não é apenas uma novidade para o setor, ela também é um reflexo de um mercado cada vez mais exigente de profissioinais preparados para as mais diversas situações. E isso não termina aqui… Esse foi apenas um start de um movimento iniciado pela GPM Brasil, mas a tendência é que a união da indústria e da educação cresça cada vez mais, contribuindo para uma formação mais completa, prática e alinhada com as exigências do setor. E com tudo isso, a empresa deixa claro que sua missão não é apenas fabricar equipamentos, mas sim fornecer informações, segurança, eficiência e, principalmente, salvar vidas. E a GPM Brasil deixou avisado que ela não irá parar por aqui!