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Setembro Amarelo na GPM Brasil reforça a importância de cuidar, ouvir e pedir ajuda

  Cuidar das pessoas também significa criar espaço para falar sobre aquilo que nem sempre aparece no ambiente de trabalho. Na sexta-feira, 25 de setembro de 2026, a GPM Brasil reuniu seus colaboradores para um momento de conscientização sobre saúde mental, valorização da vida e prevenção do suicídio, dentro das ações do Setembro Amarelo. A iniciativa trouxe informação, conversa e orientação sobre cuidados que fazem parte da rotina, como sono, alimentação, atividade física, relações pessoais e a importância de procurar ajuda quando algo não vai bem. O encontro também reforçou uma mensagem simples: ninguém precisa enfrentar sozinho um momento de sofrimento.   O que é o Setembro Amarelo? O Setembro Amarelo é um movimento de conscientização sobre a prevenção do suicídio e a valorização da vida. No Brasil, a campanha busca ampliar o diálogo sobre saúde mental, reduzir o silêncio em torno do sofrimento emocional e incentivar a busca por ajuda. O Dia Mundial de Prevenção do Suicídio é celebrado em 10 de setembro. Em 2026, o Centro de Valorização da Vida (CVV) trabalha a campanha a partir do tema “Escutar é estar presente”, destacando a importância de oferecer atenção e acolhimento a quem está passando por um momento difícil. Esse conceito também esteve presente na ação realizada pela GPM Brasil.   Como foi a ação de Setembro Amarelo na GPM Brasil? Os colaboradores da empresa foram reunidos para acompanhar uma palestra conduzida por Nayara Rodrigues, estudante de Psicologia e integrante do time de RH da GPM Brasil. A conversa abordou diferentes aspectos relacionados ao cuidado com a saúde mental e à valorização da vida, trazendo orientações que podem ser incorporadas à rotina. Entre os assuntos discutidos estiveram: A importância de manter uma rotina de sono adequada Alimentação e cuidados com o corpo Prática de exercícios físicos Conversar sobre sentimentos e dificuldades Reconhecer momentos de sobrecarga Procurar ajuda quando necessário Fortalecer relações e redes de apoio Saber onde buscar atendimento em situações de sofrimento   A proposta foi trazer o assunto para perto da realidade dos colaboradores, mostrando que cuidar da saúde mental também envolve pequenas atitudes ao longo da rotina.   Quando procurar ajuda para a saúde mental? Nem sempre é fácil perceber quando uma dificuldade cotidiana passou a exigir atenção. Mudanças persistentes no comportamento, sofrimento intenso, isolamento, desesperança ou manifestações relacionadas à vontade de morrer podem indicar a necessidade de procurar ajuda. O Ministério da Saúde orienta que sinais de alerta sejam observados com atenção e que pessoas em sofrimento sejam incentivadas a buscar apoio profissional. A busca por ajuda pode começar por diferentes caminhos. Na GPM Brasil, a ação também reforçou a abertura para que os colaboradores procurem o RH quando não estiverem bem, conversem sobre suas dificuldades e encontrem orientação sobre os caminhos disponíveis. Ter um espaço para conversar pode ser importante para que uma pessoa não precise guardar tudo sozinha.   Onde buscar ajuda em um momento de crise? Existem serviços preparados para oferecer apoio. O Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuito, sigiloso e voluntário pelo telefone 188, disponível 24 horas por dia em todo o território nacional. O atendimento também pode ser realizado por chat e e-mail. Em situações de risco imediato, o Ministério da Saúde orienta procurar serviços de emergência, como SAMU 192, UPA, pronto-socorro ou hospital, além de buscar apoio de pessoas de confiança. CVV — 188 Atendimento gratuito, 24 horas por dia. Acesse o site: Centro de Valorização da Vida   Por que falar sobre saúde mental dentro das empresas? O ambiente de trabalho reúne pessoas diferentes, com histórias, responsabilidades e momentos de vida distintos. Por isso, iniciativas de conscientização podem contribuir para criar uma cultura em que conversar sobre dificuldades não seja tratado como motivo de vergonha. Isso também passa pela liderança e pelas relações entre colegas. Uma pessoa pode perceber que alguém próximo não está bem antes mesmo que ela consiga falar sobre isso. Escutar com atenção, demonstrar disponibilidade e incentivar a busca por ajuda são atitudes que podem fortalecer uma rede de apoio. O Ministério da Saúde destaca que reconhecer sinais de sofrimento e incentivar a procura por ajuda pode ser um passo importante na prevenção.   Um momento de conversa e valorização da vida Além da palestra, a GPM Brasil preparou uma lembrança para os colaboradores. Cada pessoa recebeu um bombom acompanhado de um cartão com uma mensagem sobre valorização da vida e o número 188 do CVV. A ideia foi levar a mensagem para além daquele momento. Um pequeno cartão pode permanecer na mesa, na carteira ou em casa. O número pode ser guardado para uma necessidade própria ou compartilhado com alguém que precise conversar. A ação reforçou que informação também é uma forma de cuidado.   Cuidar das pessoas também faz parte da cultura da GPM Brasil A GPM Brasil atua em um setor no qual segurança está diretamente relacionada às pessoas. A empresa fabrica equipamentos para sistemas de combate a incêndio, mas sua atuação também envolve profissionais, clientes, parceiros, bombeiros, instaladores, engenheiros e todos aqueles que fazem parte desse mercado. Dentro da própria empresa, esse cuidado também aparece em iniciativas voltadas aos colaboradores. O Setembro Amarelo foi mais uma oportunidade para reunir a equipe, abrir espaço para conversa e lembrar que saúde não envolve apenas o corpo. Saúde mental também merece atenção. Não existe necessidade de esperar uma situação chegar ao limite para pedir ajuda. Conversar com alguém de confiança, procurar o RH, buscar um profissional de saúde ou utilizar uma rede de apoio são possibilidades que podem fazer parte desse cuidado.   Setembro Amarelo termina, mas a conversa continua O calendário pode marcar setembro como o mês de conscientização, mas a valorização da vida não precisa ficar restrita a ele. Escutar um colega, perguntar como alguém está, perceber mudanças, respeitar os limites, conversar quando algo não vai bem e procurar ajuda quando necessário são atitudes que podem acontecer durante todo o ano. A ação realizada pela GPM Brasil deixou para os colaboradores uma mensagem para cuidar de si

Como a SIPAT pode melhorar a segurança no ambiente de trabalho?

  A SIPAT pode colocar a segurança no centro das conversas, mas seu resultado depende do que acontece depois das palestras. Quando os colaboradores conseguem identificar riscos, apresentar sugestões e acompanhar mudanças no ambiente de trabalho, a prevenção passa a fazer parte da rotina. A Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) é uma das ações previstas no trabalho da CIPA. A NR-5 estabelece que a comissão deve promover a SIPAT anualmente, em conjunto com o SESMT quando houver. A mesma norma também atribui aos trabalhadores a possibilidade de indicar situações de risco e apresentar sugestões para melhorar as condições de trabalho. Foi nessa direção que a GPM Brasil conduziu sua SIPAT. A programação reuniu orientação técnica, conversa com os colaboradores e levantamento de melhorias para diferentes áreas da empresa.   O que é SIPAT e para que serve? A SIPAT é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho, uma iniciativa voltada à prevenção de acidentes e doenças relacionadas às atividades profissionais. Na prática, a programação pode abordar os riscos presentes na operação, o uso correto de equipamentos de proteção, procedimentos de emergência, comportamento seguro e outros temas relacionados à saúde e segurança ocupacional. Para a GPM Brasil, o melhor fabricante de equipamentos de combate a incêndio com mais de 20 anos de experiência no mercado, esse assunto possui uma relação direta com a própria atividade da empresa. A produção envolve diferentes processos industriais e exige atenção permanente às condições de trabalho. Por isso, a prevenção precisa acompanhar a rotina.   Como foi a SIPAT da GPM Brasil? Com o lema “Adote a esperança da prevenção”, a SIPAT da GPM Brasil reuniu palestras, orientações dos profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho e momentos de interação entre os colaboradores. Reinaldo Brocanelli, Edevilson José de Freitas, Marina Gonzales e Lucas Teixeira participaram das atividades, levando aos funcionários informações relacionadas à prevenção de acidentes e aos cuidados necessários no ambiente profissional. Entre os assuntos abordados estavam: Causas e consequências dos acidentes de trabalho; Identificação de comportamentos de risco; Responsabilidades da empresa e dos colaboradores; Utilização correta dos EPIs; Conservação e substituição dos equipamentos de proteção; Direitos e deveres relacionados à segurança; Cuidados com a integridade física e mental durante as atividades.   A proposta foi aproximar os temas de segurança da realidade encontrada diariamente nos setores da empresa. Depois das orientações, os colaboradores também tiveram um momento de integração durante um coffee. A atividade abriu espaço para conversas e troca de experiências entre profissionais de diferentes áreas. Mas a parte mais relevante da iniciativa aconteceu quando a programação saiu da sala de palestras.   Como os colaboradores participaram das melhorias de segurança? Os profissionais de segurança da GPM Brasil passaram pelos setores da empresa para conversar diretamente com as equipes e apresentar novas orientações. Os colaboradores também receberam um espaço para registrar perguntas, percepções e sugestões sobre o ambiente de trabalho. Essa etapa criou uma oportunidade para identificar situações que poderiam passar despercebidas em uma avaliação distante da operação. A participação dos trabalhadores é parte importante da prevenção. A NR-5 determina que eles podem indicar situações de risco à CIPA, ao SESMT e à organização, além de apresentar sugestões para melhorar as condições de trabalho. Na GPM, esse processo ajudou a direcionar medidas para diferentes ambientes da empresa. Afinal, uma área de fundição possui riscos diferentes de um escritório administrativo. A solução de segurança precisa considerar essa realidade.   Quais melhorias podem aumentar a segurança em uma fábrica? Em um ambiente industrial, a prevenção envolve desde a organização do espaço até procedimentos específicos para máquinas, equipamentos e situações de emergência. A partir das necessidades identificadas, algumas medidas consideradas pela GPM Brasil incluem: Placas de sinalização e identificação das áreas; Marcações no piso para organizar o fluxo de pessoas; Alertas em locais de operação; Procedimentos de LOTO (Lockout/Tagout) durante intervenções em máquinas; Gestão de EPIs e EPCs; Treinamentos periódicos; Manutenção preventiva dos equipamentos; Análise dos riscos existentes em cada atividade; Verificação dos sistemas de combate a incêndio; Treinamento das brigadas; Procedimentos definidos para situações de emergência.   O objetivo é reduzir a exposição a riscos e estabelecer procedimentos claros para as situações que fazem parte da rotina industrial. A própria descrição de atividades publicada pela GPM para funções da área industrial inclui o cumprimento de métodos seguros, uso de EPIs, respeito às áreas de risco, comunicação de condições inseguras e participação em sugestões de melhoria junto à CIPA.   Como a segurança também deve ser cuidada no ambiente administrativo? Os riscos mudam quando a atividade acontece em um escritório, mas continuam existindo. Ergonomia, organização dos espaços, iluminação, temperatura, circulação e preparação para emergências também fazem parte de um ambiente de trabalho adequado. Entre os pontos que podem ser avaliados estão: Cadeiras e mesas adequadas às atividades; Altura correta dos monitores; Organização de cabos e equipamentos; Iluminação confortável; Condições térmicas e acústicas adequadas; Pausas durante atividades prolongadas; Incentivo à ginástica laboral; Orientações para situações de emergência; Atenção aos limites entre trabalho e descanso.   A avaliação precisa considerar a atividade realizada por cada equipe. O que representa um risco relevante para quem trabalha próximo a máquinas pode não ter a mesma importância para quem permanece diante de um computador durante grande parte do expediente.   Por que ouvir os funcionários melhora a prevenção? Quem trabalha diariamente em determinado setor conhece detalhes que nem sempre aparecem em uma inspeção pontual. Um obstáculo no caminho, uma dificuldade para acessar um equipamento, uma sinalização pouco clara ou um procedimento que gera dúvidas podem ser percebidos primeiro por quem executa aquela atividade. Por isso, abrir espaço para ouvir os colaboradores transforma a prevenção em um processo de participação. A legislação também reconhece esse papel. A NR-5 atribui à CIPA a identificação de perigos, avaliação de riscos, verificação das condições de trabalho e acompanhamento das medidas preventivas. Aos trabalhadores, cabe indicar situações de risco e apresentar sugestões. A SIPAT, nesse contexto, pode servir como um ponto de encontro entre conhecimento técnico e experiência prática.

Como é ser mulher na indústria e trabalhar na GPM Brasil?

  A presença feminina na indústria brasileira vem crescendo, mas ocupar esse espaço ainda envolve desafios que vão além da formação profissional. Mulheres podem encontrar barreiras relacionadas à liderança, reconhecimento, conciliação entre trabalho e vida pessoal e antigos estereótipos sobre quais funções seriam consideradas “masculinas”. Os números mostram que esse cenário está mudando. Segundo levantamento do Observatório Nacional da Indústria, da CNI, as mulheres ocupavam 39,1% dos cargos de liderança na indústria em 2023, diante de 35,7% em 2013. O mesmo estudo aponta que as mulheres que atuam no setor possuem, em média, mais anos de estudo que os homens, indicando que qualificação não explica sozinha as diferenças de participação e crescimento profissional. Nesse contexto, discutir como é ser mulher na indústria também significa olhar para as empresas e para as condições que elas criam para que profissionais possam desenvolver seu trabalho com respeito, segurança e oportunidades. Na GPM Brasil, essa discussão ganhou espaço dentro da própria firma durante o mês das mulheres.   Quais são os desafios para as mulheres na indústria? A indústria historicamente concentrou uma parcela maior de trabalhadores homens, principalmente em áreas ligadas à produção, manutenção, operação e liderança. Esse cenário vem mudando, mas a presença feminina não elimina automaticamente as barreiras existentes. Dados do Observatório Nacional da Indústria mostram que, apesar do crescimento da participação das mulheres em posições de comando, os homens ainda ocupavam a maior parte desses postos na indústria brasileira em 2023. Além da presença nos cargos, existem questões relacionadas à rotina profissional. Mulheres ainda podem precisar conciliar responsabilidades familiares e domésticas com a carreira. O IBGE já identificou diferenças relevantes na distribuição do trabalho doméstico e de cuidados entre homens e mulheres, fator que interfere na participação feminina no mercado de trabalho. Por isso, construir um ambiente profissional respeitoso envolve mais do que contratar mulheres. É preciso criar condições para que elas possam trabalhar, crescer, assumir responsabilidades e serem reconhecidas pelo próprio trabalho.   Como a GPM Brasil valoriza as mulheres que trabalham na empresa? Em março, a GPM Brasil realizou a ação “Vamos Juntas”, criada para reconhecer as mulheres que fazem parte da equipe e abrir espaço para histórias que muitas vezes ficam fora das conversas do ambiente corporativo. A iniciativa não ficou restrita ao dia 8 de março. Ao longo do mês, a empresa reuniu relatos de suas colaboradoras, que compartilharam experiências sobre trabalho, família, estudos, liderança e os desafios encontrados ao longo de suas trajetórias. Essas histórias mostraram diferentes realidades. Algumas mulheres conciliam carreira e maternidade. Outras estudam enquanto trabalham. Há também profissionais que ocupam posições de liderança e precisam lidar diariamente com as responsabilidades que acompanham essas funções. São experiências diferentes, mas que possuem um ponto em comum: cada uma delas precisou construir seu próprio espaço profissional.   O que aconteceu no Dia das Mulheres na GPM Brasil? No dia 12 de março, as colaboradoras participaram de uma manhã preparada especialmente para elas. A programação contou com um coffee, uma carta preparada pela empresa e presentes personalizados, incluindo camisetas e ecobags. Os objetos eram parte da celebração, mas a proposta principal estava no encontro. O momento criou espaço para conversa, escuta e aproximação entre as mulheres que trabalham em diferentes áreas da GPM Brasil. Durante a ação, a diretora comercial Marina Gonzales também compartilhou uma mensagem sobre união e apoio entre mulheres. A ideia central foi abandonar a lógica de competição constante e incentivar uma relação baseada em empatia, acolhimento e colaboração. A mensagem ganhou significado justamente porque partiu de uma mulher que ocupa uma posição de liderança dentro da empresa.   Por que a representatividade feminina importa dentro da indústria? A presença de mulheres em diferentes funções amplia as experiências e perspectivas disponíveis dentro de uma organização. Isso pode acontecer na produção, na área administrativa, na engenharia, na qualidade, no comercial, na gestão ou em qualquer outra frente da empresa. A própria indústria brasileira vem tratando a participação feminina como uma questão relacionada ao desenvolvimento do setor. Em 2026, a CNI lançou o Programa de Liderança Feminina da Indústria, iniciativa voltada ao fortalecimento da presença de mulheres em posições de decisão, capacitação e empreendedorismo. A mudança também aparece dentro das próprias empresas. Quando uma profissional encontra espaço para desenvolver suas competências, assumir responsabilidades e participar de decisões, sua presença deixa de ser apenas uma questão de representatividade e passa a fazer parte da construção da organização.   Como criar um ambiente seguro para mulheres na indústria? Um ambiente seguro precisa considerar tanto os riscos físicos da operação quanto as relações que acontecem diariamente entre as pessoas. Em uma indústria, isso envolve medidas concretas de segurança ocupacional, mas também respeito no relacionamento profissional. Alguns pontos são fundamentais: Políticas claras contra assédio e discriminação; Respeito entre equipes e lideranças; Canais para comunicação de situações inadequadas; Condições adequadas de segurança; Equipamentos de proteção compatíveis com cada atividade; Oportunidades de desenvolvimento profissional; Critérios claros para crescimento e liderança; Escuta ativa dos colaboradores; Respeito à vida pessoal e familiar; Ambiente em que profissionais possam apresentar ideias e dificuldades.   A segurança também precisa acompanhar a realidade de cada setor. Na GPM Brasil, as atividades industriais envolvem processos como shell molding, fundição, usinagem e montagem, além das áreas administrativas e comerciais. A empresa informa que seus processos seguem métodos de segurança e que os colaboradores são orientados a utilizar EPIs, respeitar áreas de risco, comunicar condições inseguras e participar de sugestões de melhoria junto à CIPA.   Como é trabalhar na GPM Brasil sendo mulher? A experiência de cada profissional é individual, mas ações como o “Vamos Juntas” mostram uma iniciativa da empresa para reconhecer as mulheres que fazem parte de sua equipe e criar espaços de diálogo seguro. Esse tipo de iniciativa também se conecta à própria missão institucional da GPM Brasil. A empresa declara como parte de sua missão promover o crescimento pessoal e profissional dos colaboradores, estimulando criatividade e inovação. Entre seus valores estão confiança, segurança e respeito aos colaboradores. Para um fabricante de equipamentos de combate a

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