Edit Template

Como a SIPAT pode melhorar a segurança no ambiente de trabalho?

  A SIPAT pode colocar a segurança no centro das conversas, mas seu resultado depende do que acontece depois das palestras. Quando os colaboradores conseguem identificar riscos, apresentar sugestões e acompanhar mudanças no ambiente de trabalho, a prevenção passa a fazer parte da rotina. A Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) é uma das ações previstas no trabalho da CIPA. A NR-5 estabelece que a comissão deve promover a SIPAT anualmente, em conjunto com o SESMT quando houver. A mesma norma também atribui aos trabalhadores a possibilidade de indicar situações de risco e apresentar sugestões para melhorar as condições de trabalho. Foi nessa direção que a GPM Brasil conduziu sua SIPAT. A programação reuniu orientação técnica, conversa com os colaboradores e levantamento de melhorias para diferentes áreas da empresa.   O que é SIPAT e para que serve? A SIPAT é a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho, uma iniciativa voltada à prevenção de acidentes e doenças relacionadas às atividades profissionais. Na prática, a programação pode abordar os riscos presentes na operação, o uso correto de equipamentos de proteção, procedimentos de emergência, comportamento seguro e outros temas relacionados à saúde e segurança ocupacional. Para a GPM Brasil, o melhor fabricante de equipamentos de combate a incêndio com mais de 20 anos de experiência no mercado, esse assunto possui uma relação direta com a própria atividade da empresa. A produção envolve diferentes processos industriais e exige atenção permanente às condições de trabalho. Por isso, a prevenção precisa acompanhar a rotina.   Como foi a SIPAT da GPM Brasil? Com o lema “Adote a esperança da prevenção”, a SIPAT da GPM Brasil reuniu palestras, orientações dos profissionais de Segurança e Saúde do Trabalho e momentos de interação entre os colaboradores. Reinaldo Brocanelli, Edevilson José de Freitas, Marina Gonzales e Lucas Teixeira participaram das atividades, levando aos funcionários informações relacionadas à prevenção de acidentes e aos cuidados necessários no ambiente profissional. Entre os assuntos abordados estavam: Causas e consequências dos acidentes de trabalho; Identificação de comportamentos de risco; Responsabilidades da empresa e dos colaboradores; Utilização correta dos EPIs; Conservação e substituição dos equipamentos de proteção; Direitos e deveres relacionados à segurança; Cuidados com a integridade física e mental durante as atividades.   A proposta foi aproximar os temas de segurança da realidade encontrada diariamente nos setores da empresa. Depois das orientações, os colaboradores também tiveram um momento de integração durante um coffee. A atividade abriu espaço para conversas e troca de experiências entre profissionais de diferentes áreas. Mas a parte mais relevante da iniciativa aconteceu quando a programação saiu da sala de palestras.   Como os colaboradores participaram das melhorias de segurança? Os profissionais de segurança da GPM Brasil passaram pelos setores da empresa para conversar diretamente com as equipes e apresentar novas orientações. Os colaboradores também receberam um espaço para registrar perguntas, percepções e sugestões sobre o ambiente de trabalho. Essa etapa criou uma oportunidade para identificar situações que poderiam passar despercebidas em uma avaliação distante da operação. A participação dos trabalhadores é parte importante da prevenção. A NR-5 determina que eles podem indicar situações de risco à CIPA, ao SESMT e à organização, além de apresentar sugestões para melhorar as condições de trabalho. Na GPM, esse processo ajudou a direcionar medidas para diferentes ambientes da empresa. Afinal, uma área de fundição possui riscos diferentes de um escritório administrativo. A solução de segurança precisa considerar essa realidade.   Quais melhorias podem aumentar a segurança em uma fábrica? Em um ambiente industrial, a prevenção envolve desde a organização do espaço até procedimentos específicos para máquinas, equipamentos e situações de emergência. A partir das necessidades identificadas, algumas medidas consideradas pela GPM Brasil incluem: Placas de sinalização e identificação das áreas; Marcações no piso para organizar o fluxo de pessoas; Alertas em locais de operação; Procedimentos de LOTO (Lockout/Tagout) durante intervenções em máquinas; Gestão de EPIs e EPCs; Treinamentos periódicos; Manutenção preventiva dos equipamentos; Análise dos riscos existentes em cada atividade; Verificação dos sistemas de combate a incêndio; Treinamento das brigadas; Procedimentos definidos para situações de emergência.   O objetivo é reduzir a exposição a riscos e estabelecer procedimentos claros para as situações que fazem parte da rotina industrial. A própria descrição de atividades publicada pela GPM para funções da área industrial inclui o cumprimento de métodos seguros, uso de EPIs, respeito às áreas de risco, comunicação de condições inseguras e participação em sugestões de melhoria junto à CIPA.   Como a segurança também deve ser cuidada no ambiente administrativo? Os riscos mudam quando a atividade acontece em um escritório, mas continuam existindo. Ergonomia, organização dos espaços, iluminação, temperatura, circulação e preparação para emergências também fazem parte de um ambiente de trabalho adequado. Entre os pontos que podem ser avaliados estão: Cadeiras e mesas adequadas às atividades; Altura correta dos monitores; Organização de cabos e equipamentos; Iluminação confortável; Condições térmicas e acústicas adequadas; Pausas durante atividades prolongadas; Incentivo à ginástica laboral; Orientações para situações de emergência; Atenção aos limites entre trabalho e descanso.   A avaliação precisa considerar a atividade realizada por cada equipe. O que representa um risco relevante para quem trabalha próximo a máquinas pode não ter a mesma importância para quem permanece diante de um computador durante grande parte do expediente.   Por que ouvir os funcionários melhora a prevenção? Quem trabalha diariamente em determinado setor conhece detalhes que nem sempre aparecem em uma inspeção pontual. Um obstáculo no caminho, uma dificuldade para acessar um equipamento, uma sinalização pouco clara ou um procedimento que gera dúvidas podem ser percebidos primeiro por quem executa aquela atividade. Por isso, abrir espaço para ouvir os colaboradores transforma a prevenção em um processo de participação. A legislação também reconhece esse papel. A NR-5 atribui à CIPA a identificação de perigos, avaliação de riscos, verificação das condições de trabalho e acompanhamento das medidas preventivas. Aos trabalhadores, cabe indicar situações de risco e apresentar sugestões. A SIPAT, nesse contexto, pode servir como um ponto de encontro entre conhecimento técnico e experiência prática.

Let's Chat!